sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Partos

Tive um sonho destes esquisitos. Aliás daqueles muito esquisitos.
Eu segurava um fuzil, apontava para o meio de uma floresta; eu tinha certeza que algo de ruim estava por vir e eu precisava acabar com este algo ruim antes que fosse tarde e seja lá o que ele fosse.
Do meio da floresta sai uma jovem montada numa égua, uma égua muito gorda, aliás.
A jovem se aproxima e eu ponho a arma no chão.

- Será que você poderia folgar a cilha da minha égua?, Perguntou a moça.
- Sim, claro. Apresso-me em desabotoar a cilha.
- Esta égua está prenha?. Acrescentei eu.
- Está!

A égua entrou em trabalho de parto e foi quando eu percebi que a jovem moça também estava grávida. O lindo potrinho destrambelhado tentava caminhar, sem sucesso. Algum tempo depois, a jovem entra em trabalho de parto. Não tenho recordações do momento do parto. Apenas lembro de acarinhar a moça logo após o nascimento do bebê.

- Você é daqui?. Perguntei.
- Não, meus parentes são de longe. Respondeu a moça.
- Sendo assim, vocês dois ficam comigo até alguém aparecer.

Este sonho renderia mesmo muito material pra análise. Mas antes de me precipitar nos braços (ou no colo) de um analista e ficar sob sua direção, estou atento. É hora de parir, é hora dos partos!

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