segunda-feira, 18 de julho de 2011

Sobre a arte de sentir o que não se quer

O teu seguro, o que ele te assegura? Ou ele te segura?
Eu seguro, seguramos... ou achamos que seguramos.
Seguros de quê?
Seguros de quem?
De que serve a segurança?
Quem criou a segurança?
Os vínculos, os laços, pra quê diabos deveriam segurar, prender, amarrar?
Teus lábios não deveriam beijar o mundo? E teus braços... também não deveriam abraçá-lo?
Por que me rasga saber que assim deveria ser?
Eu que luto contra a propriedade no fundo sei que, como Jesus Cristo nos palavrórios da Santa Igreja, "ela está no meio de nós".

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